Hawker- Siddeley
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Descrição
posteriormente, passou a ser chamado de EU-93. Já os exemplares destinados ao transporte de autoridades, inicialmente chamados de VC-93, futuramente receberam o nome de VU-93. Mais tarde, um exemplar, o VU-2117, foi transferido para o Centro Técnico Aeroespacial (CTA), a fim de realizar ensaios do radar e dos sensores do caça AMX, tendo sua designação alterada para XU-93. E, com o passar dos anos, os modelos EU-93 acabaram sendo desativados em 2005 e os VU-93 em 2007. Entretanto, mesmo com o fim dos seus voos, o HS-125 encerrou sua carreira com garbo e excelência, deixando a sua assinatura nos céus e na história da Força Aérea Brasileira.
História
Mas como ficam o Brasil e a Força Aérea Brasileira nessa história? Inicialmente, a Força Aérea Brasileira (FAB) buscava aeronaves executivas a jato para efetuar o transporte de autoridades importantes. Então, coube ao HS-125 essa responsabilidade, integrando-o ao Grupo de Transporte Especial. Em seguida, além de receber uma missão, o modelo também recebeu uma nova designação dentro da FAB: VC-93, com as matrículas FAB 2120 a FAB 2124. Após receberem o treinamento na Grã-Bretanha, as tripulações fizeram o translado dos dois primeiros exemplares, uma viagem que durou 7 dias, com quase 26 horas de voo. Assim, o HS-125 não apenas atravessou o Atlântico; ele atravessou também uma nova fase de sua própria história. Com a sua chegada ao Brasil, o HS-125 passou a possuir não somente diversas designações, mas também diferentes funções. Um exemplo disso é o EC-93, empregado para desempenhar