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AMX

Matrícula: A-1

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Descrição

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS (AMX / A-1A) Motor: uma turbina Rolls-Royce Spey Mk 807 (sem pós-combustão) de 11.030 lbf Envergadura: 8,87 m (sem mísseis nas pontas das asas) Comprimento: 13,23 m Altura: 4,55 m Peso: 6.700 kg (vazio); 13.000 kg (máximo de decolagem) Velocidade máxima: 1.053 km/h (Mach 0.86 a baixa altitude) Alcance de traslado: 3.330 km (com tanques externos) Armamento: 2 canhões M61A1 Vulcan de 20 mm (versão italiana) ou 2 canhões DEFA 554 de 30 mm (versão brasileira A-1); até 3.800 kg de carga bélica em pilones externos (bombas guiadas, mísseis ar-ar e pods de reconhecimento).

História

Parceria Brasil-Itália Nos anos 1970, Itália e Brasil compartilhavam a mesma necessidade: uma aeronave de ataque leve, moderna e capaz de proteger seus territórios. Em 1979, as gigantes italianas Aeritalia e Aermacchi deram os primeiros passos no projeto. Mas o grande salto veio em 1981, quando a brasileira Embraer entrou na parceria para moldar o caça sob medida para as exigências da Força Aérea Brasileira. Assim o AMX, batizado na FAB como A-1, foi criado. Como um único caça mudou as regras do jogo no céu brasileiro? Em 1989, a Base Aérea de Santa Cruz (RJ) recebeu o primeiro A-1. A missão do Esquadrão Adelphi (1º/16º GAV) não era simples: assumir o ataque estratégico, apoiar tropas em solo e interditar o campo de batalha. O A-1 tornou-se o braço longo da FAB, capaz de voar baixo e rápido para atingir alvos com precisão sem ser detectado. Desafios do século XXI Com o avanço da tecnologia digital, o A-1 precisava de uma modernização. Em 2003, a FAB e a Embraer lançaram o Programa A-1M. A aeronave ganhou novos radares, sensores de última geração, sistemas avançados de defesa e uma interface inteiramente moderna no cockpit, garantindo que o caça continuasse cumprindo sua missão.